Semear milho, jogar bisca e refletir sobre a práxis da vida na roça
Em breve...
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Reflexões sobre educação crítica, filosofia moral, sustentabilidade e o encontro entre tradição e inovação tecnológica.
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Em agosto de 2023, fui convidado para conversar com alunos da Escola Estadual São Geraldo (ES) sobre ética no futebol, após conflitos nas Olimpíadas escolares. Fui com minha camisa do Corinthians não como especialista, mas como fã que entende o futebol como um espaço ético.
Partimos da Regra de Ouro e aprofundamos com Ricoeur (“o outro como condição da ação”), Levinas (“o rosto do outro me interpela”) e Nietzsche (“adversário vs. inimigo”). A ideia central surgiu deles: “no futebol, o adversário é quem torna o jogo possível”.
Mostramos vídeos de fair play e discutimos o Prêmio Sócrates da France Football. As perguntas disparadoras — “O que faz um gesto ser ético quando ninguém vê?” — geraram respostas coletivas, empáticas e profundas. Ensinar filosofia, nesse caso, foi criar espaço para que o pensamento nascesse da experiência vivida.
Ler versão completa no WordPress →Com 19 anos e 10.000 scrobbles no Last.fm, fiz uma lista dos meus álbuns preferidos — não como crítica, mas como diário afetivo. Entre eles: Cícero – Sábado, Black Alien – Babylon By Gus, Pink Floyd – Animals, Tame Impala – Innerspeaker e Caetano Veloso – Transa.
Cada escolha carregava uma obsessão, uma descoberta ou um desafio à minha forma de ouvir o mundo. Escrevi com a linguagem de quem ainda não sabia escrever bem, mas sentia tudo demais — e talvez por isso ainda valha a leitura.
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